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Hospitalidade

Eu bem que gostaria que a hospitalidade me visitasse
Para aprender a receber, sem olhar minha própria condinção
Abraçar e envolver a quem precisa, como o Pai já me ensinou

Eu bem que gostaria que a hospitalidade me visitasse
Me visitasse e me mostrasse o que é receber de verdade
Como eu bem queria ser recebida,
a qualquer momento, bater na porta, sem avisar
e ver o sorriso no rosto a alegria de quem me recebe
Porque na verdade sempre é bom receber.

Eu quero praticar a hospitalidade
Posso estar desarrumada, sem muita comida em casa
mas quero ter a garantia
de que o que eu puder compartilhar,
 vai ser recebido com grande alegria,
porque essa é dos pontos em comum para a nossa comunhão

Eu quero praticar a hospitalidade
também no meu coração,
porque aí, talvez eu não tenha muito a oferecer,
mas sei que quando eu dividir o que eu tenho em mim,
isso será multiplicado

Rumo a Boa Vista e Manaus!

Esses dias não estão sendo fáceis, muita correria desde a hora que cheguei de viagem, e por pouco não conseguia uma passagem de volta para casa, já aprendi a lição, sempre compre passagem de ida e volta se você quiser voltar na data certa!

Daqui a duas semanas estarei viajando para Boa Vista e em seguida para Manaus. Deus foi gracioso, consegui passagens por um preço bem baixo, quase sem custos por milhas no período de recesso do estágio. O objetivo da viagem é visitar o grupo da ABU em Boa Vista e ajudar na programação do Treinamento Microrregional em Manaus, onde deve participar grupos dessas duas cidades. Estou indo com o nosso assessor regional Fernando Costa sei que será um tempo de crescimento. No treinamento darei uma exposição bíblica e possivelmente uma oficina, estamos trabalhando o livro de II Timóteo. A correria da semana será conciliar teste e trabalhos da universidade, aproveitar o tempo para conseguir alguns mantenedores para as viagens missionárias e encontrar um tempo para descanso, estudo e organização.

Ore por isso! Logo nos vemos por aqui ... =)

Visita rápida à ilha

Olá pessoas! Passando aqui rapidamente para contar que hoje estou em São Luis-MA. Vim fazer um concurso que me rendeu uma viagem, gosto muito disso! Estou na casa de uma amiga querida, a Carol, foi um enorme prazer aceitar o convite de estar compartilhando alguns momentos de conversa com ela em casa, apesar da viagem ser bem rápida.

Hoje foi uma aventura para chegar no local da prova, pegamos um congestionamento e uma chuva, nós estavamos de moto, vantajoso para andar entre os carros e desvantajoso por chegar na sala molhada pela chuva, no fim consegui chegar a tempo e fiz a prova tranquila!

Decidi ficar um dia a mais devido a dificuldade de encontrar passagem de volta, dia das mães e concurso ao mesmo tempo congestionou os onibus...rs

A noite fomos a Igreja Batista do Rio Anil, fizeram uma homenagem ao dia das mães, fiquei triste por não estar perto da minha hoje, e não tive a oportunidade de falar com ela. Depois do culto visitei o projeto onde a Carol, Edmilson e Márcia estão começando a desenvolver, um trabalho de desenvolvimento de uma comunidade que mora em palafitas, o trabalho inicial deles estar na criação de vínculos de relacionamento com a comunidade, são muitos os desafios frente as condições que a comunidade enfrenta, fomos levar alguns presentes para mães que já tem um relacionamento de amizade mais sólida, eu nunca havia entrado em uma casa de palafitas e andado sobre elas, um pouco perigoso, foi interessante ver como as pessoas já começam a responder as visitas frequentes que o grupo faz, eles vão ali duas vezes na semana.

A novidade é que em julho antes de eu ir a Assembléia Mundial IFES, tenho uma boa possibilidade de fazer um curso no CADI (Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral) sobre desenvolvimento de comunidades, esse assunto me chama muito atenção e estou pretendendo desenvolver alguma pesquisa no meu trabalho de conclusão de curso seguindo essa linha, por uma questão de tempo estou adiando minha formatura para desenvolver uma pesquisa com mais calma e mais maturidade no assunto.

Estou muito feliz por tudo que tem acontecido, Deus tem me dado sua graça e boas possibilidade de aprendizagem.

Está valendo o tempinho aqui na ilha, amanhã espero me encontrar com outros amigos queridos e logo depois voltarei para casa.

No ônibus

              Dentro da rotina nossa vida fica monotona e chata, sempre achei que é necessário olhar além da situação, do professor que dar aulas, do vendedor de lanche, do açougueiro, do padeiro, do gari, do motorista, de todas as situações e pessoas que compõe essa rotina, é legal observar, muitas vezes elas nem percebem o valor que elas têm e nem nós!
              Acredito também que não percebemos que tipos de marcas deixamos na história das pessoas, não sabemos em que encaixe nesse grande quebra-cabeça da vida as pessoas realmente se encaixam e se tornam tão importantes.
             Ele estava ali, na minha frente, fiquei muito surpresa ao subir no onibus e me deparar com o sorriso dele, em resposta eu rir e me desculpei por estar tão destraída e não ter notado sua pessoa, é... geralmente estou sempre assim, aquele menino cresceu tanto! Quando criança dei aulas pra ele na Escola Biblica Dominical na Igreja que congrego, comecei a carreira como professora muito cedo e por consequência pude acompanhar o desenvolvimento de muitas crianças ali, aquele menino em especial não teria como esquecê-lo pois ao mesmo tempo que ele era muito inteligente eu o achava chatinho, as vezes sinto que ele se apegou a mim. Ao subir naquele ônibus hoje o sorriso dele me respondeu alguns questionamento e me despertou outros, ele era o cobrador do onibus em que por acaso havia pegado para voltar pra casa, eu não costumo pegar ônibus, ando bastante de moto! Mas se minha moto não tivesse com problema e nem meu pai não ter percebido o celular tocar hoje, pois ele ia me buscar na universidade, provalmente eu não teria encontrado meu ex-aluno que há muito tempo eu não o via.
               O que mais me encanta é que muitas vezes não temos noção de como marcamos a vida de uma pessoa, principalmente quando crianças. Minhas atitudes hoje a cada dia me parecem muito significativas. Minha timidez é um impercílio de viver plenamente isso, até demorei para falar com o rapaz novamente agora tão jovem, para convidá-lo a voltar a nossa igreja e dizer que senti sua falta, espero que eu melhore com um tempo.
              Nunca deveriamos ter vergonha de oferecer um sorriso, perguntar sobre a vida das pessoas e fazer-lhes um convite para que não desapareça, sinto muita vontade de fazer isso com todos que estão ao meu redor, mas ainda sinto uma timidez muito grande. Oro pra que Deus me ajude no meu tratar com as pessoas, principalmente as mais humildes, sei que estou melhorando.. sei que estou...

Água no quarto - Diário de uma favelada

Ao ler esse título provavelmente você deve estar pensando que é algum tipo de metáfora, ou mesmo, que eu troquei a ordem... um quarto de água? Não! Literalmente Água no quarto!
Não consigo entender esse fenômeno, mas ele acontece comigo e faz alguns anos que minha casa sofre com a tal invasão de água, é, já fizemos reforma, mas tudo começa de novo no meu quarto.
No início era pouca água aqui, outra acolá no canto, tudo bem, até ter que hospedar alguem no meu quarto. Minha mãe já se preocupava seriamente com isso, eu sempre incrédula que coisas ruins acontecem, não me preocupei, até minha prima chegar, humildemente dispomos de um colchão para ela dormir no chão, foi aí que aumentou mais ainda a água dentro do quarto.
Ela se foi, mas nosso trabalho de todas as noites não, pude encontrar a compahia em uma missão, tirar a água do quarto! Depois que ela se foi, tive que fazer isso sozinha. Hááá... como estão sendo duras essas noites, mas o certo é que nessas noites encontro a solidariedade do meu pai e minha mãe, outro dia até da minha irmã pequena. Todas as noites, estou eu a tirar água do quarto, tenho que gastar pelo menos uns 20 minutos para isso, sem brincadeira! ..rsrs

Pela manhã, minha mãe já até me acorda oferecendo seu par de sandálias altos, tenho a mania de andar descalço e ao acordar não é diferente, o problema é que nessa época eu coloco meus pés na água, uma piscina particular no quarto, é até complicado me arrumar para sair para o trabalho.

Isso ta me parecendo um bom exercício de terapia, ou será de serviço ao próximo?

Ótimo! Lembrei-me da minha querida amiga Carol, que no Curso de Férias da ABU em 2008 me fez engolir as palavras. Havia algumas divisões de tarefas no acampamento para limpeza e todos procuravam seguir rigorasamente seus horários de serviço, até ela se permitr varrer todo o galpão em que estavamos dormindo, simplesmente por estar sujo! Por não ser o dia de limpar, a boba(eu) ainda perguntou..."Mas hoje é o seu dia de novo de limpar aqui? Você já não limpou os banheiros ontem?" e veio a resposta de volta.."É proatividade amiga! Estamos precisando limpar, não preciso do dia certo para fazer a limpeza quando é necessária". Isso foi um choque! A verdade eu nunca tinha pensado dessa maneira, pude aprender docemente sobre estar sempre pronto a ajudar quando percebemos a necessidade!
Exatamente isso, continuou a aprender sobre o bom serviço, pode ser horrível ter que puxar rodos e rodos de água do quarto, mas esses dias me proporcionaram algo maravilhoso, o amor e solidariedade da minha família em atos, pequenos atos de convívio familiar! Mesmo que eu tenha que lavar o quarto inteiro quando o gato faz coco no meio da água!
Eu não trocaria isso por nada!

Novo.. Insano

Eu tenho certa admiração pelos mais insanos, no que se diz respeito a viver uma vida sem medo de mergulhar no saber de Deus e estar totalmente inconformado com aquilo que é. Hoje percebo que buscar pelo novo intensamente nos faz insanos, esta busca pelo novo insano se refere a ser radical com o interior, ignorar o eu que se importa com a sua auto-imagem.
Servir, doar-se, e ser dependente da bondade de Deus são nossos desafios interiores, a cada dia que acordo um desafio para abandonar o velho eu gritante. Eclesiastes nos fala sobre a vaidade dos homens, onde juntam riquezas e saberes e que no fim tem um fim semelhante ao tolo. Percebemos então que somos igualmente tolos. As palavras podem ser expresas em seu fim por vaidade, mas a sinceridade do coração podem fazer destas simples e pronfundas.
Sei que preciso mudar, devo ter mãos mais abertas, aprender a dar até o que eu não tenho, preciso me sacrificar para vencer meus medos,devo ser radical em encontrar mais tempo para ajudar pessoas e sair do meu conforto evangeliquês.
Se amamos, então teremos atitudes de sair do conforto, aguentar a dor do sacrifício e sair da comodidade religiosa, perder o medo de tentar, de errar, de tentar ser
Aprendendo a SERVIR, como uma atitude radical interior.

Um dia estranho

O blog talvez seja um bom instrumento da minha solidão onde esvai meus pensamento, onde consigo refletir sobre mim,e a um pouco tempo deixei de usá-lo, talvez eu pudesse usa-lo como um outro tipo de ferramenta, mas hoje ele me serve como um velho amigo quando estamos em aperto.


Hoje é um dia estranho, anormal, na maior parte do tempo não sei admitir frustrações, meus erros, mas devo mais que reconhecer, aprender. Quem foi que ti disse que a vida é um mar de rosas? Já dizia João Alexandre, rosas tem espinhos e pedras no caminho. Viver é mais fácil que o conviver, não sei se hoje eu admito mais minha tristeza ou meu acesso de raiva, pode um ser humano com boas qualidade vir perder o desquilíbrio da razão? Comprovo que sim! Minha mensagem agora não é nostalgia, muito mesmo uma história bonitnha que no final a gente aprende mais, é simplesmente um desabafo da lida diária que muitas vezes não termina bem.
Sim, devo admitir, sou humana! Não posso conter a dor de dentro e muito menos a revolta contra mim e contra alguem que convive comigo, sei que devo superar, só não sei como agir agora, admito minha tristeza e revolta, e elas estão fervendo dentro de mim!
Não deixarei isso me dominar! Óh minha'alma, só mais um pouco e virá teu socorro, o socorro bem presente na tribulação.

Situações engraçadas de um Estágio


Esses dias foram bastante intensos para escrever uns benditos relatórios, o principal e o maior deles é um do curso técnico que já terminei a quase um ano... Bem, vejo que a unica coisa boa de estar fazendo esses relatórios é relembrar as diversas situações que tivemos lá. Estagiei com nove colegas da turma do curso técnico, em uma sala apertada, onde os computadores serviam de banquinhos pra nós, o frio que passávamos com o ar condicionado era intenso, mas o pior mesmo era quando ele não estava funcionado, pois estávamos todos juntos em uma sala pequena com muitos equipamentos funcionando junto ao calor humano e assim tornando-se mais insuportável do que o frio. As mais diversas situações aconteceram lá, no Tribunal de Justiça, no departamento de Informática. Vou deixar aqui um anexo do relatório do meu colega Diego, ele era o mais desastrado de todos, histórias é com ele mesmo!
Bons momentos como aquele, não poderia deixar de estar no relatório!


Anexo 2 – situações engraçadas durante o estágio
A primeira delas foi justamente ao segundo dia de trabalho. Estávamos no Anexo, e eu até então, mal sabia desparafusar um gabinete. E nesse dia, por causa da minha falta de atenção e de ser muito atrapalhado, derrubei um computador inteiro no chão. Ainda bem que era uma máquina bem antiga e usada. Na hora fiquei “morrendo de vergonha”, mas consegui me abaixar e ver o que ainda restava, ou melhor, prestava. Nada. Absolutamente, nada prestou mais.
Certo dia, no prédio central do fórum desci as escadas para trocar uma memória no computador do Setor de Arquivos. Só não percebi que estava havendo um casamento e a noiva estava de véu e grinalda. Na volta, vinha eu com uma enorme chave de fenda na mão, e quando viro ao final do corredor, bato de frente com ela e a chave enrosca no seu vestido. Que vergonha! Na hora, ainda houve tempo para o fotógrafo tirar uma foto, e que por sinal, ficou na história deles.
Além desses, houve casos como o do “bate-boca” com o juiz das varas cíveis por telefone. Também o caso da fonte queimada na Secretaria da 4ª Vara Cível, onde saiu tanta fumaça que os funcionários ficaram desesperados, só não tentaram me agredir, mas o resto...
Enfim, houve também momentos divertidos, como no período das Olimpíadas de Pequim, onde instalamos um Datashow na sala do setor, e convidamos uma galera para assistir a seleção do Brasil no jogo de futebol.
Diego Sousa


Jog um pé, jog o outro


Sabe, algumas vezes penso que Deus faz a gente parar! É..! De alguma
forma sei que ele faz. Talvez em uma cidade grande ele faça a gente ficar parado
naquele trânsito louco! Ou mesmo na parada de ônibus esperando o bendito, mas sei que esses dias Ele me fez parar com o medidor de gasolina da jog que estava quebrado, bem, pra quem não sabe jog é um ciclomotor, é uma moto em um formato pequeno, eu a ganhei quando completei meus quinze anos, na é
poca esse era um meio muito
utilizado por adolescentes que não podia ter uma moto de verdade, como eu, por ser menor de idade, mas sabe, ela até que corre muito, e é minha companheira de muitas aventuras, principalmente as missionárias.
Voltando ao assunto... onde será que eu parei? Há! Sim, sim Ele nos faz parar tudo de vez em quando, acho que caminhar um pouco mais de um quilometro carregando a jog é um pouco cansativo, seria melhor eu parar, estacioná-la e carregar apenas meu peso, mas será se ainda tá muito longe? Enquanto isso, vou pensando... Outra vez, Ele me fez isso, só que estava com a cabeça bastante perturbada, talvez não fosse bom dirigir com os pensamentos no mundo da lua, já pensou? Eu poderia ter provocado um acidente! Logo que acabou a gasolina, estacionei a jog em frente a um açougue e sai, entendi que realmente eu precisava pensar, pensei tanto que não senti o tempo passar, nem o sol em minha cabeça, nem meus pés exaustos e nem mesmo o suor da minha blusa, aquela caminhada realmente me fez bem, concluí que as coisas não estavam tão mal assim e que a oportunidade que eu perdera de ganhar um salário bem suado talvez não valesse tanto a pena, talvez meu maior medo fosse de ter outra frustração. Mas aqui estou carregando a jog e pensando em tudo isso, será se eu realmente deveria estar carregando isso? Mas tá perto de chegar em minha casa, além do mais não tenho o sol quente batendo em minha cabeça.

Engraçado... durante essa caminhada me deparo com um senhor de idade me perguntando de forma grossa, mas com intenções gentis, se eu gostaria de deixar a moto na casa dele, talvez uma pessoa que estivesse com bastante mau humor agora o responderia um pouco mais grosso, a essa altura, eu o respondi com um sorriso no rosto o informando que já estava perto de casa, logo depois agradeci. Um pouco mais a frente me deparei com outra figura, fiquei imaginando... “será se é aquele menino que me ver na universidade com intenções diferentes? Não pode ser!”. Engano meu, ufaa! Muito alegre e preocupado, descobri que ele era cristão e sentiu que era muito chato estar na minha situação. Com um sorriso no rosto me ofereceu ajuda. Sabe o que descobri mais? Ele era primo do rapaz que covardemente usou minha prima e fez seu coração em pedacinhos, há! talvez ele não saiba disso, mas ele não me pareceu ser igual ao seu primo. Ele se viu na mesma situação em que eu estava, foi bem empático comigo, pois também dirigia uma jog que estava com o medidor quebrado.

Ufaa! Finalmente cheguei em casa, acho que por hoje conseguir enxergar coisas boas nas situações ruins, espero que eu leve a minha vida mais assim, eu sei que tenho que parar mais pra ouvir e entender melhor a Deus e as pessoas, sei que não tenho que estar super ocupadas com meus afazeres, a caminhada me fez entender que tenho que ser uma Maria melhor.

Tályta Henya

Agradecimento

E os anos passam.. Na alegria...! Na tristeza...! Na minha juventude com todas as minhas forças! e na minha velhice, com apenas o teu sutento! Eu ti amarei SENHOR! Meu Mestre! Só Ele me faz cantar assim.. Pois minhas forças e minha esperança estão em Ti! Obrigada Senhor, pelo que eu perdi e aprendi ao seu lado durante todos os meus anos de vida, desde o meu nascer até meu morrer confiarei em Ti! Não sou digna, mas teu AMOR, tua graça me deu LIBERDADE, e PESSOAS que me ajudam a crescer no teu AMOR e GRAÇA. Obrigada Senhor! Por caminhar ao meu lado, e por todas as pessoas que estão a minha volta!

Noites Incomodantes

Há dias que minha cabeça lateja de pensamentos, lateja tanto que não consigo dormir. Vivo sonhando... sonhando.. sonho de olhos abertos, sonho de olhos fechados, mas a noite não consigo dormir pensando sobre como conquistarei esse mundo.
Aprendi que para conseguir isso devo simplesmente demonstrar o amor de Deus nas coisas mais simples, e isso não me diz que tenho que fazer isso por obrigação por eu ser cristã, me excita e me traz esperança sei que de alguma forma posso mudar o mundo de pessoas, e elas através desse contagio mudariam a vida de outras, mas ainda sim me deparo com o fracasso, o fracasso das pessoas em persistirem nesses sonhos, só sei que já não suporto mais meus pensamentos, não suporto estar parada, esse amor dentro de mim me move, me faz sentir incomodado, não entendo como, mas fico terrivelmente incomodada e em empatia com as pessoas

Tályta Henya

Lições com o Pai e o Papai




Em um momento onde a inconstância às vezes me leva a me conformar com migalhas de Deus, Deus foi maravilhoso e me constrangeu mais uma vez com minha pequena fé.
E em um dessas minhas conversas francas, lá estava eu... me sentindo uma total inútil diante de Deus, redescobrindo o valor, de um grande homem que é meu pai.
E que pra mim é um real exemplo de convicção da habitação do espírito de Deus em seu caráter.
Quando vi em seus olhos já cansados da dura lida da vida, me perguntando, “você acredita que Deus pode ti curar, minha filha?” e eu respondi, “sim”, e ele retrucou: “mas como é...? Aquela fé que pode acontecer.. ou da convicção do poder de Deus?”
Confesso que fiquei impactada com essas palavras, então ele começou a me contar sua história, elas não eram meras palavras, mas me constrangiam, estava envergonhada pela posição em que me encontrava... (quantas vezes Deus me ensinará a confiar nele?) por que sempre vem a inconstância me balançar pra lá e pra cá?
Fiquei ali, parada, ouvindo tudo o que me dizia, e eu simplesmente olhava para mim mesma, e estava eu humildemente envergonhada, por mim, e feliz, por ver o caráter e o agir de Deus na vida do meu Pai, em todas as situações, até nas horas mais difíceis, como no momento de uma doença incurável, que ti destrói aos poucos, e eu podia sentir a glória de Deus naquele momento em que ele, calado durante tanto tempo, me dizia que apenas confiava em Deus e tinha convicção da morada do Espírito de Deus nele.
Meu pai é um exemplo na minha vida, de fé, ele me fez ver o tamanho do meu Deus, que é maior do que eu imagino e sinto, e me ensinou o quanto preciso aprender mais dEle.

Tályta Henya

Blog parado