Informativo Ministerial - Abril


Já faz um mês e meio que moro em São Paulo. Durante esse tempo tenho refletido muito sobre meu propósito de estar vivendo aqui. Recordo que em minhas orações, pouco antes de terminar a universidade, expressava a

Deus minha vontade de trabalhar em uma organização missionária que fosse relevante no estabelecimento do seu Reino e que trabalhasse com uma visão estratégica. Quando saio para casa, depois do trabalho, lembro-me sempre disso e meu coração salta de alegria, sei que estou aqui pela vontade de Deus e me sinto privilegiada por isso. É maravilhoso!

Como parte da adaptação a cidade, sinto-me só. Recordo sempre da família, dos queridos amigos da ABU Imperatriz e dos irmãos da minha igreja local. Sinto muita falta da familiaridade. Ao mesmo tempo sou fortalecida com palavras de ânimo singelas e encorajadoras de alguns amigos, com o convívio com o pessoal do escritório e com nossas manhãs devocionais. Sinto sempre a necessidade de estar em sintonia com o Senhor para recordar o sentido pelo qual estou aqui e não estreitar a visão dos meus sonhos e propósitos.


Desenvolvendo meu trabalho
Aos poucos meu trabalho mostra-me que é ainda maior e desafiador. Trabalho na equipe nacional da missão, com o ministério específico de mobilização de recursos, um trabalho muito estratégico para o desenvolvimento e sustentabilidade da missão. Percebo nitidamente o Senhor nos sustentando e nos chamando a confiar nele.

Durante esse um mês e meio, iniciei o acompanhamento dos obreiros novos e atuais e lideranças estudantis regionais (para a área de mobilização de recursos), e o relacionamento com os doadores da ABUB.  Reuni-me também com a secretaria executiva e o obreiro Fernando Costa,  em uma campanha de fortalecimento da missão na Região Norte. Graças a Deus por esse tempo!

Tempo de solitude!

Estive meio nostálgica depois da experiência na Polônia. Estar fora do meu país realmente é uma experiência interessante. Muitas vezes me sentia como um bebê, meia incompreendida, mas feliz por estar vivenciando tantas coisas novas, desdes os mais singelos atos, ao caminhar, ao conversar, ao trocar dinheiro, ao adaptar-se ao fuso horário. Tudo era novidade! Ao olhar as fotos me vinha a mente tudo que vivenciei, os amigos que fiz, a tentativa de falar portuñol, a tentativa de expressar-me em inglês, o cansaço, o medo, a confiança, os sorrisos, as companhias, as diferenças, o partir do pão na ceia, as culturas, a paciência das pessoas, a gentiliza dos estudantes poloneses anfitriões do evento, as conversas do coração, a música, a invasão dos latinos a uma casa de café, a viagem pós polônia.... eu não pararia por aqui!
Foi lindo passar o aniversário na Polônia. Os amigos brasileiros cantaram "parabéns" pra mim na virada do dia, sai com um grupo grande de latinos de vários países, e na tentativa de fazer amigos até constrangi um amigo que descobriu que eu estava fazendo aniversário naquele dia. No entardecer do dia eu estava na praça central de Cracóvia observando os turistas, os pombos e as crianças, e sentir o vento e o clima daquele lugar foi totalmente nostálgico, só tinha que agradecer a Deus pelos lugares que eu estava caminhando.
O mais complicado foi tentar compartilhar tudo isso ao chegar em casa. Eu sabia que para conseguir digerir tudo, me custaria tempo. Minha sensação é que eu precisava aprender mais, muito mais! Despertei mais meu espírito de aprendiz. Eu precisava parar, parar para me escutar e entender o que eu deveria aprender. Foi um tempo inesquecível!
Depois da minha dedicação em tentar compartilhar o que estive aprendendo, passei a me dedicar integralmente a projeto de monografia. Foi muito difícil encontrar um tema que eu gostasse e que eu achasse que realmente fosse relevante para minha profissão e para o Reino.
Muita coisa do meu curso não fiz com tanta disposição como eu deveria fazer, mas sabia que a monografia era algo tão único que deveria ser do meu jeito. Estudando, encontrei um assunto interessante sobre "Redes", me aprofundei bastante no assunto e me apaixonei! Totalmente atípico, instigante, desafiador, mas empolgante e atual! Estudei a teoria de redes, li livros, muito artigos e vi vídeos, mas durante todo o desenvolvimento me sentia em meio a uma selva, onde eu deveria desvendar caminhos, passar por alguns lugares várias vezes para entender os caminhos e mapear o lugar.
Me senti muito só durante esse caminho, até entender que meu estudo se encaixava em uma experiência anterior, uma campanha de combate a corrupção "O que você tem a ver com a corrupção?" que foi desenvolvida pelo Ministério Público, essa experiência foi fantástica! Os promotores que tomaram a frente da campanha tem uma visão que poucos cristãos tem. Assim fiz o estudo de caso da campanha.
Na mesma época em que eu intensifiquei o estudo, eu perdi o emprego no estágio que fazia pela universidade. O estágio me garantia algum dinheiro e financiava boa parte das minhas viagens da ABU. Perder o estágio ao mesmo tempo me ajudou a dispor mais tempo para a monografia, e a entender meu tempo de solitude.
Esse foi o tempo de estar só, de ter solitude e de aprender a estar concentrada. Bem, o resultado desse tempo foi um grande exercício de estar em silêncio, mais quieta, e de estar mais disposta para concentrar-me nos estudos e na reflexão. Esse tempo realmente foi importante. Trouxe a tona muitos questionamentos, não somente por causa do fim do curso,de uma etapa de escolhas sobre como eu iria prosseguir minha vida após a universidade, mas também de como eu estava dirigindo minha vida, e de que forma eu estava nutrindo minhas raízes nesse tempo de preparação e de que forma eu deveria me preparar. Foi doloroso, mas pude encarar meus medos, meus defeitos, meus pecados, meus temores.
Descobri ainda que somos mais capazes do que imaginamos quando nos propomos a viver uma vida pelo Reino de Deus, que o esforço é recompensador quando canalizamos para o propósito certo! E que mesmo que pareça que estamos na contra-mão de tudo, mas quando temos a convicção sobre a maneira que queremos viver e nos concentramos no propósito do nosso chamado maior, lutando incansavelmente, enxergaremos os bons frutos na frente.

Um super resumo do que vivi na Polônia!







“Ele recebeu autoridade, glória e o reino; todos os povos, nações e homens de todas as línguas o adoraram. Seu domínio é um domínio eterno que não acabará, e seu reino jamais será destruído.” Daniel 7:14



Senti como se eu estivesse em um pedaço do céu. E essa sensação se prolongou em vários momentos na Assembleia Mundial da IFES na Polônia. Juntos – mais de 150 nações – cantávamos em uma só voz “Holy, Holy, Lord God Almighty ...  all the saints adore Thee” (Santo, Santo, Senhor Deus Poderoso... todos os santos te adoram). Confesso a vocês que esses momentos de louvor foram muito significativos para mim e, sem dúvidas, acrescentou a minha fé.
A Assembleia Mundial da Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (sigla IFES, em inglês) aconteceu no período de 26 de julho a 03 de agosto, em Cracóvia, na Polônia. Esse país é muito marcado pela Segunda Guerra Mundial; sua história parece muito viva enquanto andávamos pelas ruas de Cracóvia. 
Próximo à cidade ainda é conservado um grupo de campos de concentração e extermínio chamado Auschwitz-Birkenau, onde morreram de um milhão à um milhão de meio de pessoas. Lá encontramos a triste memória dos horrores da maldade dos homens. 
Minha amiga Jessica Grant descreveu muito bem algumas partes visitadas na Polônia: “... ao ver cada prédio destruído aprendi a ver que aquilo era um pedaço da história. Polônia não é um turismo "cool". Não é tipo: ‘Oba, olha lá a Tour Eiffel ou a Estátua da Liberdade, ah que divertido’. É mais algo como: ‘Veja só, um símbolo da lembrança da maldade humana’, a prova de até quais pontos ela pode chegar. Horrível, mas humanizador”.
 E nesse cenário polonês senti o contraste e o paradoxo da vivência e autenticidade da fé cristã. Ouvi histórias e conheci pessoas que me fizeram abrir ainda mais meus olhos ao que Deus está fazendo na história da humanidade, como ele age por meio do tempo, cultura e pessoas para restaurar consigo a humanidade caída. 




CONHECENDO CULTURAS
Tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas diferentes. Mesmo com algumas dificuldades de comunicação, estávamos alegres em viver por alguns dias em uma grande comunidade rica em culturas, histórias e vivências diferentes. Pessoas com o pontinho vermelho no crachá nos avisavam que não devíamos divulgar suas imagens na internet: eram pessoas especiais que moravam em países sem liberdade religiosa. 
Pude perceber que os problemas e a vida dos países na América Latina são muito semelhantes. No final de cada reflexão bíblica pela manhã, nos reuníamos em grupos pequenos para compartilhar e refletir juntos o que estávamos aprendendo. No meu grupo havia pessoas da Argentina, Panamá, Inglaterra, México, Costa Rica e Uruguai.


PENSAMOS JUNTOS...
Na Assembleia tivemos uma delegação de doze brasileiros: oito estudantes, uma profissional e três obreiros. Eu e outros estudantes chegamos para um pré-encontro onde nos reunimos e discutimos temas desafiantes e que depois foram expostos em fóruns. 
Algumas das reflexões foram: Porque estudantes cristãos perdem sua fé no ambiente estudantil? Como compartilhar sua fé em um país que perseguem cristãos?. Discutimos sobre as principais correntes de pensamentos, ideias ou cosmovisão da universidade que diferem, vão contra, ou desafiam a cosmovisão cristã (relativismo moral, o evolucionismo, o pluralismo, etc.), bem como a compreensão do estudante cristão a respeito da homossexualidade.
 Outras questões foram: que aspectos da cultura inibem ou ajudam na propagação do Evangelho? Que influência temos nas políticas estudantis? Como a prática social nos faz parte da nossa evangelização? Esses entre muitos outros que desafiam nossa identidade cristã na universidade.

Uma questão muito interessante levantada como uma consulta na Assembleia foi sobre o estudo da Bíblia entre os jovens cristãos. O objetivo era ajudar a construir um engajamento relevante com as Escrituras, confiando no poder da Palavra de Deus dentro de culturas dos movimentos e desenvolver novas abordagens que ajudarão esta geração de estudantes a se interessar e serem atraídos pelas Escrituras, aprenderem a se aprofundar na Palavra de Deus, e se tornarem firmemente enraizados em Cristo.
Participei também de alguns fóruns como a “A arte no ministério estudantil”, que nos ajudou a repensar como esta nos ajuda na comunicação e na compreensão do evangelho; o outro fórum foi o “Criando discípulos para toda vida”, onde compartilharam ideias do trabalho da IFES com profissionais na Europa. Os profissionais ajudam os estudantes e recém-graduados, por meio de mentoria, a entenderem como sua profissão é relevante na construção do Reino de Deus, ajudando-os a entenderem sua vocação e mostrando formas práticas do engajamento cristão no ambiente profissional. 
Muito mais tenho para compartilhar com vocês; ainda estou digerindo toda a experiência. A sensação é que tenho muito a aprender e a caminhar, e este é só o começo dessa caminhada. São muitos os desafios, mas estou feliz por entender que Deus é o principal autor dessa história e eu sou uma serva que está inteiramente à disposição na construção do seu Reino.


AGRADECIMENTOS
Esta experiência não poderia acontecer se não fosse pela boa dádiva da graça de Deus, que me fez perceber seu agir nos mínimos detalhes da preparação dessa viagem, provendo de forma inesperada tudo que faltava.
Agradeço aos irmãos que estiveram em oração durante esse tempo. À minha igreja local e ao pastor Antonio Carlos, no bairro Boca da Mata; aos amigos do ministério da ABU, em especial na Região Norte.
E um agradecimento especial ao grande apoio dado pelo pastor Raul Cavalcante, presidente da Assembleia de Deus em Imperatriz/MA e ao Joceli da Fonseca.
Aos meus pais que me apoiaram e me ajudaram em tudo; a boa parte dos meus familiares, que me apoiaram financeiramente e me receberam em suas casas: aos primos Raphael Silva e tia Vera, Helines Sousa e esposo, Helaine Cristina e tia Neide Sousa, Marcos Alencar e tio Neemias Alencar e tia Olindina Sá.
Aos amigos da ABU que também entram nessa lista: Thaysa Farias, Jessica Grant, Jobson Lyrio e os queridos assessores Tim e Joyce Keliher. À Caroline Batista e Eduardo Oliveira, por me ajudarem com a ideia e revisão dos textos dos informativos. Obrigada a todos que me apoiaram direta e indiretamente, pois seriam muitos nomes escritos aqui.

Cheguei em Cracóvia!

Fazer essa viagem foi uma loucura! Até que em fim cheguei em Cracóvia na Polônia!
Eu estava no Rio de Janeiro com meu primo Raphael, passei um tempo muito bom lá e revi alguns amigos da ABU. Meu voo sairia as 15:30h na sexta feira então cheguei meio dia, fiz o chekin, resolvi algumas pendencias da viagem e fui pra sala de embarque, foi então que descobri que eu estava na sala errada, pois não deveria ter ido pro embarque internacional mas pro embarque domestico. Perdi o avião! Nunca pensei em toda minha vida perder um avião chegando três horas antes do embarque, mas para eu perceber ainda mais a mão de Deus consegui remarcar a passagem pro dia seguinte pagando uma taxa absurdamente barata, fiquei muito aliviada!

A viagem foi muito tensa, fiquei com medo de errar mais uma vez ou não encontrar o lugar de pegar os próximos voos. No voo internacional só se falava inglês e alemão, tudo bem, meu inglês é daquele que dá pra se virar legal, sentei ao lado de um francês, trocamos poucas palavras em português pois ele não sabia inglês, mas foi bem tranquilo, dormi um pouco no avião até chegar em Munique!

Na alfandega pensei que seria mais demorado, mas rapidamente me deram um visto, corri muito até encontrar minha nova sala de embarque para o voo de Cracóvia, eu só enchergava gringo, mas o estrangeiro agora era eu! Quanta gente loira! Todos falavam alemão ou polonês, fiquei tanto tempo calada que nem eu me suportava. A comida do avião é super estranha, mas com fome a gente come tudo! As comissárias não são como as do Brasil, lindas, muito bem maquiadas e extremamente formais. No primeiro avião internacional tinha uma comissária era super simpática e que gostava muito de conversar, algumas não tão jovens, no segundo avião a comissária já era de idade na faixa dos quarenta a cinquenta anos, achei bem diferente!

Quando cheguei em Cracóvia encontrei o Michael de um país africano com uma bolsa do Cape Town 2010, ele participou do encontro de Lausane ano passado, quando vi, pensei que na certa ele estaria vindo pra Assembleia, eu não me enganei! Ganhei um amigo! Ao sair já tinha algumas pessoas da IFES, poloneses para nos levar para o hotel nos esperando, bem divertidos, foi ótimo encontra-los!

Cheguei no hotel super exausta! A viagem foi cansativa e ficava mais cansativa ainda ouvindo outra língua que não era a minha, depois chamaram logo a gente para fazer um "lunch", um almoço que é bem diferente do que a gente é acostumado, só comi pão, era só um lanche mesmo! Pra variar, pão! Tudo frio! Eu queria arroz!

Encontrar o quarto foi bem intuitivo, não encontraram  a chave pois estaria com minha colega de quarto e o inglês do recepcionista era péssimo! Bati na porta, e alguem perguntou ... "Quem é?". Que felicidade! Era mesmo uma brasileira, a Sarah Nigri, nos conhecemos em 2009 em um encontro da ABU, ela ficou extramente feliz com minha chegada, e eu por encontra-la, ela se sentia deslocada e sozinha, ter um amigo que ti entenda melhor é sempre bom ter por perto.

No jantar encontrei os outros amigos brasileiros, conheci mais amigos de outros países, jantamos uma comida que parece com almoço brasileiro, mas a comida ainda era muito ruim! Depois tivemos um período de louvor muito legal e saimos para conhecer um pouco de Cracóvia!

Chovia pouco, andavamos nas ruas da cidade velha de Cracóvia as oito horas da noite com o sol se pondo vagarosamente conversando em espanhol, portunhol, português e inglês! Muito louco ver gente de todo lugar do mundo andando juntos! O grupo tinha mais latino-americanos que sempre são os mais bagunceiros! No fim da caminhada nos separamos(eu e mais duas amigas brasileiras) para comprar comidas industrializadas, encontramos com um perdido, o Isaías de sampa que se perdeu de algum grupo. Caminhamos mais um pouco, encontramos muitas coisas legais e baratas, já escuro, começou a chover forte, paramos e conversavamos na nossa língua secreta, dá pra fazer agenda pessoal, contar segredos em voz alta..rs

Ainda estou sofrendo com a mudança de fuso horário, cabeça rodando no ritmo do avião, mas tentando aproveitar o tempo aqui e tentando descansar também. Esse só foi o primeiro dia! Temos muitas surpresas nos próximos dias!

Ainda em casa

Sim, sei que estou devendo uma atualização aqui, então voltei para contar algumas novidades!
Quero compartilhar minhas alegrias e desafios dentro do ministério da ABUB na Região Norte, ainda como estudante. Tenho me preparado com alegria para ir à Assembléia Mundial em Julho, e a data está cada vez mais próxima! A ansiedade, alguns medos e alegrias fazem parte da preparação.
Sim, minhas malas já estão quase prontas! Engraçado, algumas pessoas já me perguntaram como foi a viagem! Talvez confundiram, porque em maio eu viajei para Boa Vista (RR) e Manaus (AM), em companhia do Fernando Costa, nosso assessor regional, e de Eduardo Oliveira, de São Luís.
A viagem foi um tempo muito precioso, objetivo foi visitar e oferecer capacitação aos grupos que são novos e encontram dificuldades em participar de treinamentos regionais. Veja alguns depoimentos feitos por estudantes sobre nossa visita:

“Roraima recebeu no fim de semana passado  Fernando Costa e Tályta! Foi muito bom! É um renovo em nossa caminhada!” Priscila Barreto (ABU Boa Vista)
“TMR(Treinamento Micro Regional da ABUB) super esclarecedor,aprendi muito,agora é hora de botar em prática!” João Pedro (ABU Manaus)

 
Nos alegramos por sermos canais de fortalecimento dos grupos, foram momentos de comunhão, crescimento, amadurecimento. Logo depois de Manaus, visitei Teresina-PI, onde será realizado nosso Curso de Férias 2011, visitei alguns núcleos de ABU e ABS. Como essa família de estudantes é grande! Orem por isso!

 



Para justificar mais ainda meu tempo sem escrever, aqui em Imperatriz de 29 de abril a 01 de maio, organizamos um treinamento pra estudantes e contamos com participação de algumas cidades vizinhas como Marabá-PA, Araguaína-TO, Teresina-PI e São Luis-MA.

É uma alegria fazer parte disso tudo, enquanto estudante!

Todo esse contato será imprescindível para compartilhar do nosso trabalho, história e desafio na região Norte do Brasil, na Assembléia Mundial na Polônia, e ser canal de aprendizado.

É tempo de mudanças!