Eu tenho certa admiração pelos mais insanos, no que se diz respeito a viver uma vida sem medo de mergulhar no saber de Deus e estar totalmente inconformado com aquilo que é. Hoje percebo que buscar pelo novo intensamente nos faz insanos, esta busca pelo novo insano se refere a ser radical com o interior, ignorar o eu que se importa com a sua auto-imagem.
Servir, doar-se, e ser dependente da bondade de Deus são nossos desafios interiores, a cada dia que acordo um desafio para abandonar o velho eu gritante. Eclesiastes nos fala sobre a vaidade dos homens, onde juntam riquezas e saberes e que no fim tem um fim semelhante ao tolo. Percebemos então que somos igualmente tolos. As palavras podem ser expresas em seu fim por vaidade, mas a sinceridade do coração podem fazer destas simples e pronfundas.
Sei que preciso mudar, devo ter mãos mais abertas, aprender a dar até o que eu não tenho, preciso me sacrificar para vencer meus medos,devo ser radical em encontrar mais tempo para ajudar pessoas e sair do meu conforto evangeliquês.
Se amamos, então teremos atitudes de sair do conforto, aguentar a dor do sacrifício e sair da comodidade religiosa, perder o medo de tentar, de errar, de tentar ser
Aprendendo a SERVIR, como uma atitude radical interior.
Novo.. Insano
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Só de Sacanagem
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo
duramente para educar os meninos mais pobres que eu,
para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus
pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e
eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança
vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança
vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o
aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus
brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao
conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e
dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva
o lápis do coleguinha",
" Esse apontador não é seu, minha filhinha".
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido
que escutar.
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca
tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica
ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao
culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do
meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear:
mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem!
Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo
o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse
o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu
irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a
quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o
escambau.
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde
o primeiro homem que veio de Portugal".
Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram? IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente
quiser, vai dá para mudar o final!
Elisa Lucinda
Marcadores: Dos outros
Um dia estranho
O blog talvez seja um bom instrumento da minha solidão onde esvai meus pensamento, onde consigo refletir sobre mim,e a um pouco tempo deixei de usá-lo, talvez eu pudesse usa-lo como um outro tipo de ferramenta, mas hoje ele me serve como um velho amigo quando estamos em aperto.
Marcadores: Cotidiano
O Passarinho e sua esperança
Numa gaiola vive preso por quem deseja ouvi-lo cantar
Como os que vivem livres e voam pra qualquer lugar
E fica olhando o dia passando pra noite chegar
E fica olhando a noite passando até clarear
Seu universo tão pequeno espaço suspenso no ar
Viveu a vida inteira aprendendo a esperar
E canta sua esperança deixa a tristeza pra lá
Quem sabe ainda hoje seja livre pra voar
Voar...
Crombie
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Love is waiting...
"No outono sobre o chão, entre o trânsito e os sons comuns, eu estou pensando em sinais e estações, enquanto o vento do norte sopra. Histórias ambulantes, quens, comos, e porquês... meditando vagarosamente sobre o amor, te ponderando. eu vou dar um tempo pra isto, dar espaço e ficar tranqüila por um tempo. Eu vou agüentar a noite mais escura. O amor está esperando até estarmos prontos, até estar certo... é minha prudência, não friesa. Não há outra mão que eu iria preferir segurar. Não detenha o tempo, diminua o ritmo. Eu poderia escrever milhares de canções sobre o jeito que você diz meu nome. Eu poderia viver uma vida toda com você e ainda repetir isso outra vez. E como não posso forçar o sol a nascer, ou apressar o começo do verão, não devo apressar meu caminho pro seu coração.”
Marcadores: Dos outros , música
